A Copa Africana de Nações feminina, disputada no Marrocos até o dia 16 de agosto, entra em sua fase decisiva marcada por uma reviravolta histórica. A eliminação da Nigéria, dez vezes campeã em treze edições do torneio, garante que uma seleção inédita levantará o troféu na final de domingo, em Rabat. É a primeira vez em mais de uma década que a competição não terá as "Super Falcons" disputando o título máximo.
A derrota nigeriana, por 1 a 0 diante de Camarões no estádio Larbi Zaouli, em Casablanca, chocou o continente justamente por ter interrompido o reinado de uma equipe que conquistara o título na edição anterior, em 2024. Para quem acompanha as principais competições do futebol africano e aprecia estatísticas e cenários de jogo como os disponíveis em plataformas como under over 7 cassino, o resultado surpreendeu pela margem mínima diante de um time que dominava historicamente o torneio. O impacto vai além da Copa: a Nigéria agora precisará disputar eliminatórias continentais para tentar uma vaga na Copa do Mundo de 2027, no Brasil, correndo o risco real de ficar de fora do Mundial pela primeira vez desde 1991. under over 7 cassino
Marrocos sonha com o primeiro título em casa
Anfitrião do torneio, o Marrocos vive a melhor chance de sua história para conquistar o título continental feminino. A seleção já perdeu duas finais em casa, para a África do Sul em 2022 e para a própria Nigéria em 2024, mas chega a esta edição com um futebol mais consistente sob o comando do técnico espanhol Jorge Vilda, ex-treinador da seleção campeã mundial da Espanha. As vitórias sobre África do Sul (2 a 1) nas quartas de final e sobre a Argélia (1 a 0) na fase de grupos reforçam o favoritismo local antes do confronto semifinal contra Camarões.
Argélia e Malawi surpreendem e já garantem Mundial
A Argélia vive um momento inédito, alcançando por sua primeira vez uma semifinal continental, resultado que já assegura vaga direta na Copa do Mundo de 2027 - benefício concedido às quatro seleções semifinalistas. A campanha argelina se destacou pela solidez diante do Senegal (2 a 0) e pela vitória dramática sobre a Costa do Marfim (2 a 1), em partida na qual as marfinenses terminaram com dez jogadoras.
Já o Malawi, apenas 135º no ranking da Fifa, protagoniza a história mais surpreendente do torneio. Em sua primeira participação na Copa Africana, a seleção liderou o Grupo 3 e avançou às semifinais após bater Gana por 2 a 1, também garantindo classificação direta ao Mundial. As irmãs Tabitha, que atua pelo Olympique Lyonnais, e Temwa Chawinga têm sido decisivas, somando seis dos nove gols da equipe, incluindo a vitória histórica sobre a Nigéria por 3 a 2 na primeira rodada.
O que esperar das semifinais
As semifinais estão marcadas para a próxima quarta-feira, com Argélia e Malawi se enfrentando às 19h e Marrocos contra Camarões às 22h. Independentemente dos resultados, a edição de 2026 já é certa em consagrar uma nova campeã africana, encerrando um ciclo de domínio nigeriano e abrindo espaço para uma nova geração de seleções competitivas no futebol feminino do continente.